Vou sentir muita falta disso, garante Alline Calandrini

Jogadora de futebol disse que aprendeu a encontrar a felicidade nas pequenas coisas após a experiência

A jogadora de futebol Alline Calandrini foi a décima sexta eliminada do Exathlon Brasil, o reality show mais difícil da televisão, e deixou a compeitção nesta quinta-feira, dia 14, após enfrentar a última Arena Exathlon do programa.

Em entrevista ao Portal da Band, a competidora disse que os três meses vividos na República Dominicana foram uma "experiência alucinante". "A mais interessante, mais louca e melhor experiência que eu tive na minha vida inteira. Não esperava que eu fosse viver isso tão intensamente quanto eu vivi. Eu me senti outra atleta, outra mulher", afirmou.

"Tenho um papel com mais de 30 ensinamentos e espero que eu consiga manter isso quando eu voltar para o meu cotidiano, para a minha rotina. É algo que eu quero levar para o resto da minha vida. Estou muit o feliz de ter participado e não me arrependo de absolutamente nada do que eu vivi. Nada, nem de ter me colocado À Deriva", disse.

"Vou sentir muita falta disso, por incrível que pareça. Vou sentir falta das minhas corridas, desse mar maravilhoso, de toda a experiência", completou a jogadora de futebol que entrou no programa logo depois de ter passado por uma lesão em um dos seus joelhos.

"No início do programa, realmente eu tinha medo de me machucar porque era muito recente a minha liberação. Mas foi em um curto espaço de tempo. A partir do momento que eu falei: 'Não, está ótimo, está perfeito'. Eu virei a chavinha e nem lembrava que eu tinha o joelho operado. Não me atrapalhou de jeito algum na competição. Os médicos e fisioterapeutas do Santos me deixaram 100% apta para que eu me dedicasse ao Exathlon", contou.

"Quando eu me coloquei À Deriva à primeira vez, tinha essa questão do meu joelho e uma ansiedade de voltar ao Brasil para me tratar e começar o meu ano de 2018 bem. Quando eu virei a minha chave, eu falei: 'Está tudo bem. Esquece o Brasil, esquece o projeto que você tem lá fora. Esquece tudo e se dedica 100% aqui dentro'. Eu vivia muito numa ansiedade, pensando no que eu iria fazer quando voltar. Quando eu voltei da minha segunda À Deriva, eu encarei tudo de uma forma compeletamente diferente. Começou um novo programa para mim", relembrou.

Com vários ensinamentos na bagagem, Alline fez questão de ressaltar um deles. "Uma lição só seria muito bobo da minha parte falar, mas a felicidade está nas pequenas coisas, no detalhe. Para gente ser feliz, é muito pouco. Na nossa rotina, a gente se preocupa com bobagem. A gente não dá bom dia, não dá boa parte, porque é uma correira louca", explicou.

"Aqui eu aprendi a valorizar cada detalhe, cada pedaço de comida, cada sol, cad amovimento, cada corrida, cada mergulho no mar. Acho que uma lição que eu guardei muito é que ninguém é feliz sozinho. A gente precisa dar valor às pessoas, precisa dizer 'eu te amo', dizer obrigado, pedir perdão. Então, viver intensamente o dia de hoje amando as pessoas. Sem dúvida nenhuma, a maior lição que eu tive aqui dentro do programa", afirmou.

Sem titubear, a jogadora de futebol afirmou que está torcendo para Marcel Stürmer. "Eu sou fã e sou suspeita para falar porque, sem dúvida alguma, é um amigo que eu vou levar para o resto da vida. Fora esse carinho que eu tenho por ele, eu acho que ele é um competidor muito forte, muito concentrado. Minha torcida fica para o Marcel. Que ele seja o vencedor desse programa", finalizou.

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