Atleta não pode ter zona de conforto, afirma Giba

Campeão olímpico está focado e disciplinado para enfrentar os desafios propostos pelo Exathlon Brasil

Um dos nomes mais conhecidos da equipe dos Heróis, o campeão olímpico Giba está bastante focado no seu objetivo: vivenciar três meses de muita competição e adrenalina propostos pelo Exathlon Brasil, o reality show mais difícil da televisão.

Em entrevista ao Portal da Band, o jogador de vôlei disse que treinou um pouco para as provas que deve enfrentar. "Com a correria no Brasil e a pressa para viajar, eu consegui me preparar só umas duas semaninhas. Não consegui fazer realmente tudo que eu queria, mas com certeza terei tempo para um crescimento diário dentro do reality", afirmou.

"Atleta não cria expectativa, ele cria condicionamento e disciplica para atingir o seu objetivo. Gosto de desafios e atleta não pode ter zona de conforto. A nossa geração [de jogadores de vôlei] viveu em um patamar que foram 12 anos, 45 campeonatos e 39 medalhas de ouro. Tínhamos que nos reinventar a cada campeonato, porque sabíamos que todos queriam puxar o nosso tapete", disse.

"No Exathlon não vai ser diferente: terei de vencer um obstáculo diferente e me reinventar a cada dia. Vai ser uma briga boa. Não acredito que tenha uma boa vantagem competitiva em relação aos outros, até porque tem outros atletas que passaram por essa pressão de competição e sabem como é ter o peso de um país inteiro em cima de você", explicou.

"Saber viver enclausurado pode ser um diferencial, perante aos outros. Nas Olimpíadas, você fica 30 dias com 15 pessoas confinados em uma vila olímpica. Voleibol é o único esporte que começa no primeiro dia dos Jogos Olímpicos e acaba no último. Todo mundo pergunta: 'Como é a bagunça na vila?'. Eu não sei, não tive tempo para fazer bagunça. Estávamos muito concentrados. Das quatro Olimpíadas que participei, de três eu fui para a final. Então, eu estava confinado do primeiro ao último dia", relembrou.

Para Giba, o fato de ser campeão olímpico pode gerar um respeito natural dos outros competidores. "Quando a gente vê algumas pessoas, que são megacampeões, a gente também cria o respeito por aquela pessoa", finalizou.

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