Foi um ano bem diferente, avalia Ana Paula Padrão

Apresentadora recebe os personagens mais marcantes no especial para fazer um balanço do talent show

Ana Paula Padrão comanda o especial MasterChef – A Reunião nesta terça-feira, dia 12, às 22h30. A atração vai relembrar o que melhor aconteceu nas duas temporadas do talent show culinário neste ano e contará com a presença dos finalistas do Profissionais Pablo Oazen e Francisco Pinheiro, além de Angélica Vitali, Irina Cordeiro e Ravi Leite. A campeã Michele Crispim, Mirian Cobre e Vitor Bourguinon representam os amadores.

“Vai ser um programa para lembrar os momentos divertidos, agradáveis, leves e broncas também, mas com muito bom humor. Vai ser divertido de se assistir e que vai mostrar o que foi o ano, mas de uma maneira leve, gostosa, para toda a família”, contou a apresentadora.

A jornalista aproveitou para fazer um balanço do MasterChef. “Foi um ano bem diferente. A temporada dos amadores foi uma temporada que juntou um casting de personalidades muito fortes e muito distintas, então teve muita briga entre eles, muitos conflitos... Isso, é claro, tem um reflexo muito direto naquilo que eles cozinham. Foi uma temporada que os grandes favoritos foram saindo, os médios foram ficando até que a Michele, que teve um desempenho super estável durante o programa inteiro, foi ganhando confiança. Além de trabalhar a melhoria na cozinha dela, ela foi trabalhando na melhoria da qualidade da confiança, e isso levou ela para a final”, analisou.

“No Profissionais, a gente tinha pessoas muito maduras, profissionais já carimbados, com muito tempo de experiência então todos muito maduros. Você tem muito pouco conflito entre eles, todos eles tinham um respeito muito grande uns pelos outros, tanto que chegaram na final dois favoritos e sem torcida explícita dentro da cozinha. Qualquer um dos dois que ganhasse, estava bom pra todo mundo. A comemoração teria sido a mesma se fosse o Francisco vencedor, acho. É muito interessante isso também porque você não tem muito conflito interno e ficou muito focado na qualidade da entrega do prato”, completou.

Apesar das diferenças, Ana Paula Padrão vê semelhanças entre amadores e profissionais: “As duas temporadas mostraram coisas muito parecidas no desempenho do jogo. A Michele ter chegado à final por causa da estabilidade dela e da confiança que ela ganhou e o Pablo ter ganhado no Profissionais porque, quando ele ganhou a confiança dele, ele conseguiu chegar à final, mostra que além de cozinhar muito bem, você realmente tem que estar com a cabeça muito boa. Tem que saber jogar, saber fazer estratégia, aguentar essa pressão. Não pode esmaecer nunca. No geral, quem tá com a cabeça melhor consegue chegar à final. Claro que tem que saber cozinhar, mas tão importante quanto saber cozinhar muito bem, é você segurar a sua cabeça”.

Na hora de apontar o momento mais emocionante do ano, a apresentadora lembrou a correria que Francisco Pinheiro enfrentou para entregar a sua receita de Lagosta Wellington. “Ele ficou ali no final do final, três segundos e ele desenformando aquele prato. Fiquei muito angustiada com aquilo. Eu acho que ali naquele momento ele provou que é um grande profissional porque ele é um cara que tem anos de cozinha, que carrega uma estrela Michelin, deu tudo, todos os fiapos de energia para entregar um prato na final, é muito bonito. É um exercício de superação incrível, fiquei muito emocionada, muito tocada com aquele momento”, relatou.

O diretor Patricio Diaz, mais conhecido como Pato, também fez uma análise do sucesso do MasterChef. “Foi um grande ano, tive duas temporadas bem diferentes, como é a proposta. Acho que a amadora teve um brilho particular nos participantes, nos conflitos que eles tiverem, na superação que eles mostraram e nas provas que eles foram desenvolvendo. Os Profissionais deram um show de culinária, mostraram um nível diferente do que a gente estava acostumado, impressionando tanto os telespectadores e cozinheiros em casa, como também os jurados, que ficaram bem surpreendidos com eles”, declarou.

Além de destacar as polêmicas e os momentos emocionantes, como no episódio em que Vitor Bourguinon se cortou e teve que cozinhar sozinho, Pato destacou a parte cultural da atração.

“Cada vez encanta mais o dia a dia das pessoas. O destaque é como o programa vai tomando essa força tão grande, ao ponto da gente viajar para lugares onde os chefs e nós todos somos recebidos como celebridades. Dessa vez viajamos para o Rio Grande do Sul (na temporada dos amadores), que é uma das praças que mais acompanha o programa, e realmente ficamos surpresos em como as pessoas acompanham, assistem e adoram o MasterChef”, comentou.

Sobre MasterChef –  A Reunião

O MasterChef – A Reunião vai ao ar nesta terça-feira, às 22h30, na tela da Band com transmissão simultânea no aplicativo e no portal da emissora

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