Sempre fui insegura, admite Michele Crispim

Vencedora do talent show, a cozinheira fala sobre sua trajetória na competição

Michele Crispim foi a grande campeã da quarta temporada do MasterChef. Em entrevista nos bastidores da Band, a cozinheira falou sobre a vitória e revelou se existe ou não amizade entre ela e Deborah Werneck, segunda colocada da competição.

Veja a entrevista completa:

Como você se sente vendo toda essa torcida por você?
Me senti tão abraçada pelo Brasil inteiro que com certeza eu dei muito atenção a esse carinho que eu estava recebendo do público. A hashtag #GanhaMichele fala por mim e tem muita gente aí feliz com a minha vitória, querendo me abraçar e é para eles esse troféu aqui.

Você acredita que a sua humildade ajudou a vencer o MasterChef?
Acho que a humildade ajuda qualquer pessoa. Aqui é um é programa para amadores. Se a pessoa chega aqui com uma postura de profissional, de saber tudo, ela não vai crescer, então a minha trajetória foi de superação e de crescimento.

Teve algum momento na competição que você pensou em desistir?
Estar na cozinha do MasterChef é muito difícil. Foram 27 mil inscritos, então as provas têm um alto nível de dificuldade. Em algumas eu tive dificuldade, sim, mas sempre tive a humildade de ouvir as críticas dos jurados, aprender com elas e aos poucos fui confiando em mim, acreditando que seria possível e hoje estou aqui.

Você disse uma vez que sentiu que poderia chegar à final depois de vencer a prova da Paola Carosella. Por quê?
Porque foi a minha primeira vitória, foi uma prova de reproduzir uma prato premiado que não era fácil e eu estava ao lado de competidores muito fortes, então se eu consegui superá-los naquele momento foi um sinal para mim de que isso poderia continuar acontecendo. Passei a acreditar mais em mim, não só na cozinha como em outros aspectos da minha vida. Sempre fui um pouco insegura e o MasterChef me ajudou a mudar. Ele foi determinante nessa melhora de postura.

Como foi sua virada no jogo?
Eu comecei o programa bem, tive dois destaques positivos de início e depois caiu muito o meu rendimento. Eu percebi que o que eu estava estudando não estava sendo suficiente, então eu acabava a agravação, ia para casa cansada e cozinhava de novo. Estudava e cozinhava novamente porque eu vi que meus companheiros eram muito fortes. Acho que essa dedicação fez toda a diferença.

Você sempre acreditou na sua vitória?
Eu estava confiante. Saí satisfeita quando entreguei todos os pratos, com a sensação de dever cumprido.

Existe amizade entre você e a Deborah?
Eu a admiro muito, tanto que eu arrisquei demais nos meus pratos porque sabia que ela era muito competente e que iria entregar um bom trabalho. Para mim era tudo ou nada: ou eu ganhava ou iria perder de lavada e graças a Deus deu certo. Amizade a gente constrói ao longo do tempo e tenho certeza que se a gente se encontrar vai ser construída, sim.

Quais são seus planos para o futuro?
Agora eu pretendo me dedicar totalmente à gastronomia, fazer meu curso, estudar, trabalhar em um bom restaurante para depois ter meu negócio próprio.

Veja o momento da vitória:

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