Gracyanne sobre o Carnaval: Desfilar por ego não é legal

Rainha de bateria da União da Ilha comentou futura participação no Carnaval de São Paulo e planejamento para 2019

Gracyanne Barbosa é uma das grandes musas do Carnaval brasileiro e em 2018 estreou à frente da bateria da União da Ilha. Em entrevista ao Portal da Band, a gata contou que já está se preparando para o desfile de 2019.

"Já estive na quadra algumas vezes e participei de dois ensaios. No momento estou deixando para ir ao Rio com mais frequência no final do ano, assim eu consigo organizar minha agenda para participar mais", disse. Porém, parece que a comunidade ganhou o coração da gata em todos os sentidos.

"Eu estou muito feliz com uma escola que me recebeu super bem, um bairro que estou apaixonada e até quero abrir um negócio por lá para poder estar mais perto de todos ali. Independente se eu deixar de ser rainha da escola ano que vem ou outro ano qualquer, eu vou continuar indo e desfilando. É muita família, é um lugar onde eu me senti muito bem, nem que seja para encerrar minha vida de Carnaval lá", ressaltou emocionada.

Além de desfilar pela escola carioca, Gracyane também levava a X-9 Paulistana no coração. No entanto, há dois anos a musa fitness deixou de lado a agremiação por conta da agenda lotada e indisponibilidade de horários.

"Eu tenho muita saudade do Carnaval de São Paulo, adoraria voltar, mas tenho muito medo de assumir um compromisso que eu não posso cumprir, porque é muito difícil. Não consigo falar que desfilo por uma escola e não estar presente. A escola de samba requer essa coisa de estar junto para poder ter força dentro daquele contexto. Não é só desfilar por desfilar.Desfilar por ego não é legal, eu não faço isso", explicou.

Gracyanne aproveitou a oportunidade para declarar seu amor à folia carioca. Segundo a mulher de Belo, tanto São Paulo quanto Rio de Janeiro promovem festas maravilhosas, espetáculos ricos em beleza nos detalhes. Porém, para ela, a Cidade Maravilhosa tem um toque a mais.

"O que acontece com o Carnaval do Rio é que talvez as pessoas assumem que é melhor é que os cariocas vivem muito mais isso. A maioria das escolas fica dentro das comunidades e mesmo que você não queira, você vive aquilo. A emoção é mais forte porque elas vivem em função daquilo, dependem daquilo. É diferente daqui, que muitas vezes tem que pegar um carro, se deslocar para outro bairro. Aqui as pessoas não vivem disso".

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