Nós fomos torturados, diz presidente da Portela sobre crise

Luís Carlos Magalhães pede organização das escolas e Liesa para lidar com a Prefeitura do Rio, que cortou parte da verba para o Carnaval

O presidente da Portela, Luís Carlos Magalhães, disse que que a crise afetou as escolas no pré-Carnaval não foi sentida nos desfiles, por causa da criatividade das escolas, mas que a preparação foi uma "verdadeira tortura" após o corte de verba promovido pelo prefeito Marcelo Crivella.

"Nós sofremos muito, fomos torturados. Mas a prova da superação foi vista na avenida. Não vi crise na pista. As escolas estavam lindíssimas", declarou Magalhães.

A Prefeitura reduziu a subvenção de R$ 2 milhões para R$ 1 milhão. Para tentar compensar a diferença, mas a Riotur buscou no mercado um patrocínio - no caso, do Uber, que repassou R$ 500 mil para cada agremiação. O recurso, no entanto, via Lei Rouanet, só caiu na semana passada.

"A Prefeitura fez uma experiencia agora, indo ao mercado. Recebemos menos, mas temos que nos organizar, escolas e Liesa, para enfrentar a Prefeitura, conversando equilibradamente. O dinheiro não pode demorar tanto", declarou.

Segundo Magalhães, a Portela investiu cerca de R$ 8 milhões no Carnaval deste ano, sendo 20% de recursos próprios. Contando a verba do Uber, a escola conseguiu captar R$ 1,25 milhão via Lei Rouanet.

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